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Iserção Social e Acessibilidade A ação homenageou cerca de 22 mulheres com dificuldades de locomoção, que conheceram tendências de maquiagem e formas de aplicação dos produtos. O curso compreendeu ainda, cuidados faciais como limpeza, esfoliação e hidratação. As aulas foram ministradas gratuitamente no dia 20 de setembro, em duas turmas. A primeira ocorreu das 10h às 14h e a segunda turma, das 18h às 22h. "Tudo em prol do deficiente físico é de suma importância para a categoria. A deficiência não nos impede de cuidar da aparência externa e interna. Afinal somos cada vez mais atuantes no mercado de trabalho. Se diferentes segmentos da sociedade, entre eles empresários e governantes, estiverem atentos a nossa causa, seja através de projetos de acessibilidade e inclusão social ou por meio da geração de empregos será uma grande vitória para a nossa causa", posiciona a presidente da entidade, Lusia Alves da Silva. "Nunca negligenciamos o conceito de acessibilidade. Uma das nossas preocupações na criação de nossa sala de maquiagem, instalada no Mezanino da loja O Boticário, no Shopping Bougainville, foi garantir acessibilidade adequada às pessoas com necessidades especiais de locomoção (deficientes e idosos). Por isso, o espaço conta com elevador de acesso, além de mobiliário confortável, iluminação e climatização apropriada", explica Cândida. Tudo para garantir às participantes a certeza de se tornarem auto-suficientes para realçar ainda mais suas características femininas. "De acordo com necessidades específicas, as participantes do curso aprenderam a aumentar ou diminuir olhos e boca, valorizar seus pontos fortes, suavizar traços, disfarçar imperfeições na pele, escolher os produtos que mais se adaptam a suas características ou idade etc.", destacou Cândida. "Sabemos que com as portadoras de deficiência física não é diferente. Para nós acessibilidade significa não apenas permitir que pessoas com deficiências participem de atividades que incluam o uso de produtos, serviços e informação, mas a inclusão e extensão do uso destes, a toda sociedade. Trata-se de um compromisso assumido pelo Boticário. Acreditamos que da indústria até os pontos de vendas, nossas atitudes devem ser direcionadas para que causem mudanças positivas nos locais onde a marca está presente", lembra Cândida. Durante todos estes anos, a Associação precisou superar uma série de obstáculos. Mas, graças ao trabalho voluntário desenvolvido pela Associação, o portador de deficiência física é encarado hoje de uma forma diferente pela sociedade goiana. Ainda existe o preconceito, mas boa parte da população já percebeu a eficiência destas pessoas. Para a entidade isso só o começo. A luta da ADFEGO não vai acabar enquanto o portador de deficiência não for encarado como um cidadão comum, com deveres e direitos que devem ser respeitados. Fato Comunicação
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eNT . Revista Eletrônica Nádia Timm . 2007 |